Na Guiné não se diz "conseguiu". Diz-se "construiu".
A casa — em alvenaria, primeiro com telhado de zinco, depois com laje de betão, depois com azulejos importados — é a prova visível de que alguém que partiu não esqueceu de onde vem. Mamadou, 34 anos, enfermeiro de noite no Porto, constrói há cinco anos. Ainda falta o pavimento da sala e o portão de entrada.
Porque para construir em Conakry desde o Porto é preciso coordenar. A mãe de Mamadou tem de ligar ao pedreiro para confirmar a entrega de cimento de sexta. O seu primo que supervisiona a obra tem de poder enviar fotos pelo WhatsApp. E tudo isso depende de um crédito Orange Guiné ou MTN Guiné que nunca pode chegar a zero.
Cellcom estendeu a cobertura a zonas que os dois grandes não alcançavam.
O portão de entrada da sua casa será montado na próxima primavera. Mamadou viu as fotos no WhatsApp. O seu Orange Guiné estava carregado.
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